| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Psittaciformes |
| Família: | Psittacidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Subfamília: | Arinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | P. maximiliani |
A maitaca-verde (Pionus maximiliani) é uma ave psittaciforme da família dos Psittacidae. É chamada também por maritaca (Minas Gerais), baitaca, maitaca, maitaca-bronzeada, maitaca-de-maximiliano, maitaca-suia, suia e umaitá.
Não está classificada em nenhuma categoria de ameaça, embora o desmatamento e o comércio ilegal afetem suas populações.
Pesa cerca de 260 gramas e mede 25 centímetros. Tem a cabeça cinza-azulada, abaixo do pescoço tem uma faixa roxa, bico amarelado, asas verdes e ponta do rabo vermelho. Emite vocalização muito similar a do papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva). A subespécie P. m. siy (presente na Bolivia) é mais escura na cabeça, com a parte de trás verde-amarelado e o azul da garganta mais claro.
Alimenta-se de frutos e sementes da região, muitas vezes sendo verdadeiros predadores de arrozais.
Costumam aninhar em buracos em troncos, rochas e barrancos. Afofam seus ninhos com penas da fêmea e madeira raspada para umedecer fezes dos filhotes. O seu período de reprodução é de setembro a fevereiro. Botam de 3 a 5 ovos brancos.
Vive em uma variedade de hábitats que incluem florestas úmidas, de galeria, savanas e áreas cultivadas, até os 2.000 m. Geralmente gregário, voam em bando de 6 a 8 indivíduos, por vêzes até de 50 aves quando a comida é abundante. Costumam banhar-se em lagos para se refrescar. É um dos mais abundantes psitacídeos em sua área de ocorrência.
Desde o Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, Paraguai, Bolívia até o norte de Argentina.